A MULHER FALCÃO ( LADYHAWKE ) RICHARD DONNER ( 1985 ) EUA

Desde que vi este filme pela primeira vez no cinema em 1985 que me pergunto porque razão não filmamos histórias como [“LADYHAWKE”] em Portugal…

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Cenários naturais, check… castelos aos montes, check… igrejas medievais com claustros fabulosos, check, História de Portugal com temáticas para Fantasia aos quilos, check e acima de tudo…
Acima de tudo o que não faltam por cá são histórias de – Moiras Encantadas !
Então aqui no Algarve… – “é a montes !!!”

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Não há igreja por onde não vagueie a alma de um monge que se matou por amor na idade média. Não há colina que não tenha um príncipe árabe a penar eternamente pelas brumas em noites de luar ou princesa árabe que não assombre uma praia chorando de saudade ao sabor das ondas. E Mulheres de Branco são coisa que também não falta !
Mas acima de tudo; acima de tudo…não há poço de castelo Algarvio que não tenha um fantasma de uma Moira encantada  que se afogou por lá !

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Desde sempre que para mim [“LADYHAWKE”] é claramente uma lenda da época da Reconquista Cristã aos Mouros. Pode ter sido inventada agora, mas poderia fazer muito bem parte de uma qualquer história tradicional Portuguesa, passada de geração em geração por tradição popular.
Toda a estrutura da história neste filme parece ter sido decalcada de uma lenda Algarvia.
Tudo encaixa.
O casal apaixonado que um dia foi amaldiçoado por um Bispo. Sempre juntos, mas para sempre separados; ele, um homem durante o dia que se transforma num lobo à noite, ela uma mulher durante a noite que se transforma num falcão a cada nascer do sol. O jovem ladrão que se vê envolvido por acaso em todo o drama, o monge bêbado que um dia cometeu um pecado mortal e um acontecimento mágico que poderá mudar o destino de todos os personagens.

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Porque razão não se filmam histórias assim em Portugal ?!
Com todo o material que existe deste género dentro da nossa própria cultura porque é que continuamos a filmar histórias com pintelhos ao melhor estilo João César Monteiro e afins ? Porque é que em vez de pegarmos no que o próprio imaginário popular Português nos atira á cara, continuamos nesta terra a produzir “obras inteligentes” cheias de pretensão a instalação artística onde se passa duas horas a ver cenas com a relva a crescer em tempo real ?! E isto é quando vemos alguma coisa e não filmamos “filmes” sem imagem e ás escuras que leva ao orgasmo todo o intelectual-de-café cinéfilo tuga como acontece de cada vez que se refere o “Branca de Neve” desse… génio… da instalação cinéfila intelectualoide, João César Monteiro, exemplo perfeito do estado de merda a que o Cinema tuga chegou.
Porquê ?!

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É que se existe um bom exemplo de como um grande filme de Fantasia não precisa de custar rios de dinheiro nem necessita de efeitos especiais para ter pilhas de atmosfera e ser verdadeiramente mágico, esse filme será [“LADYHAWKE”]. Especialmente quando já vivemos num país cheios de cenários verdadeiramente reais que se adaptariam a qualquer história de Fantasia. Tomara Hollywood ter um Portugal inteiro para filmar !!
[“LADYHAWKE”] nem sequer precisou de sets made in Hollywood ou filmados algures no PinewoodStudio em Londres para nada. Tudo em foi rodado em locais naturais do norte de Itália, tendo apenas alguns sets sido extendidos através de vulgares matte-paintings e pequenas adições de cenário construídas em madeira; (como por exemplo a entrada do castelo do Bispo de Aquila onde só nota que aquilo é falso quem conhece o making of da produção).
[“LADYHAWKE”] é precisamente o tipo de história que poderia ser feita por cá neste país à beira-mar naufragado hoje mesmo, porque ambientes assim não nos faltam. Castelos, mosteiros, claustros, igrejas, túneis, montanhas, rios, praias, florestas, colinas, torres, temos de tudo aqui. Será que não há imaginação nesta terra ?

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[“LADYHAWKE”] foi rodado em Itália com uma equipa Italiana pelo realizador norte americano, Richard Donner, mais conhecido por ter feito o primeiro Superman ou a popular Lethal Weapon com Mel Gibson entre muitos filmes que toda a gente conhece; entre eles, o THE GOONIES que Donner filmou a seguir ter feito [“LADYHAWKE”] e que pertence também á minha lista de favoritos.
[“LADYHAWKE”] curiosamente foge até um bocado ao estilo que estavamos habituados a ver em Donner e é bem capaz de ser um dos filmes mais intimistas e contidos que ele alguma vez criou; a ponto de algumas reviews gringas terem dito que o filme era um bocado … parado… o que só pode ser para rir, mas demonstra bem que desde sempre o que o público gringo quer ver são explosões e gente aos saltos pelos cenários de x em x minutos bem cronometrados.

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Para mim [“LADYHAWKE”] é não só um dos filmes mais mágicos que existem, como é ainda o melhor exemplo de como se pode usar o género da Fantasia para se criar uma verdadeira história romântica em estilo clássico sem nunca empastelar nem as partes de aventura, nem a carga dramática. Consegue ser um conto de fadas, mas nunca se sente como tal, pois todo o tom do filme é sério quanto baste para nunca nos fazer duvidar do que a história nos mostra.
[“LADYHAWKE”] Tem imenso espírito de aventura e um coração romântico que talvez seja único dentro do género, pois nem The Princess Bride mais tarde conseguiu um romance tão inesquecível quanto o que Richard Donner filmou com esta história.
É como um relógio suíço. O equilíbrio entre o drama, a comédia, o romance e o –Fantástico– é notável. O mundo onde estes personagens habitam é absolutamente sólido e real e nem por um momento isto se parece com o vulgar filme de Fantasia; talvez porque não está exageradamente produzido e nunca se excede naquilo que mostra. Ah… e isto não mete Elfos lindos de morrer…

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[“LADYHAWKE”] também não tem efeitos especiais.
Não no sentido moderno e tecnológico a que estamos habituados.
É quase um voltar atrás na forma de fazer cinema; um filme que apenas está realizado com um toque moderno pela forma como está editado e como todas as sequências se ligam; (há por aqui uma grande influência de David Lean na montagem, o que também que só dá ao trabalho de Richard Donner um cunho ainda mais especial, pois alguns cuts lembram Lawrence da Arabia).
E é precisamente a fabulosa realização de Donner que cria a ilusão de que haverá aqui mais artifício do que na realidade o filme mostra.
Tudo aquilo que hoje em dia seria feito por efeitos digitais plásticos, em [“LADYHAWKE”] é apenas um processo óptico. Simples montagens e efeitos de lente substituem os típicos efeitos especiais, que até já nesta altura era o que começava a atraír o público aos cinemas. Talvez por causa desta ausência tecnológica o filme tenha tido um resultado muito morno nas bilheteiras americanas, isto porque embora sendo cinema espectáculo, a Fantasia estava mais nos personagens e na história do que em extravagantes efeitos visuais que não tem. Por isso também talvez o universo de [“LADYHAWKE”] pareça tão real e quase acreditamos que esta Idade Média existiu.

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A montagem deste filme faz a narrativa funcionar até nas partes que supostamente deveriam estar carregadas de efeitos e ao entrar por esse registro distinguiu [“LADYHAWKE”] de todo o restante cinema espectáculo da época e continua a fazer com que este filme seja único ainda hoje.
Este é também um filme que para mim é uma verdadeira aula sobre ilustração.
No sentido em que está carregado de enquadramentos absolutamente bem pensados que demonstram claramente que isto de se filmar bem, não é apenas apontar com a câmera e já está.
Podemos fazer pausa em qualquer frame desta história e criar uma pintura a partir dela. Quem quiser aprender sobre como se compõe uma imagem, [“LADYHAWKE”] é um dos títulos a estudar sem sobra de dúvida.

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Foi o primeiro grande filme de Michelle Pfeiffer e é um daqueles castings que por mais que se pense não conseguimos encontrar alternativa para a personagem. Rutger Hauer saído de Blade Runner, compõe aqui talvez o melhor cavaleiro medieval que já apareceu num filme do género; um soldado torturado por uma sede de vingança, mas nobre e que tem uma química fantástica com Michelle Pfeiffer apesar de terem tido muito poucas cenas juntos.
É fantástico como passamos todo o filme a imaginar que eles estiveram realmente a contracenar juntos quando practicamente nunca estiveram em cena ao mesmo tempo !
Por isso esta história de amor é absolutamente mágica, tem muito mais alma e é bem mais realistica do que muita coisa que apareceu depois a tentar passar por cinema romântico dentro do género ( um certo filme estilo Rei Artur com Richard Gere vem-me penosamente à memória por exemplo).
Por isso para mim e para muita gente, [“LADYHAWKE”] é realmente um template perfeito para um estilo romântico dentro da Fantasia que ainda não foi igualado.
Vêem ?… É assim que se faz !!!
E nem precisamos de efeitos especiais ou gastar dinheiro em cenários. Basta uma boa história, boas localizações e um elenco de actores carismáticos que funcionem bem juntos.
E resulta !!

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Para além de Rutger Hauer e Michelle Pfeiffer, Mathew Broderick fresquinho do seu êxito “Wargames” quase que rouba o filme, se é que isso não acontece mesmo.
Nos estados unidos a sua prestação é rotulada como – comic relief – como se este juntamente com o fabuloso monge bêbado interpretado pelo grande Leo Mckern fossem apenas uma espécie de R2 e 3PO dos tempos medievais quando na verdade são determinantes para assentar dramaticamente todo o conceito da história num mundo real e acentuam a carga dramática.
Comic relief ?!! De todo ! Comicos são os americanos que insistem em estereotipar tudo pois quando não encaixam as coisas em categorias, trocam-se todos.

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O personagem do – Rato – é não só uma espécie de narrador participante sempre presente como é a alma do filme. Aliás para mim este é um daqueles papeis que merecia ter sido nomeado para Óscar, pois quase que se podia fazer o filme só com a prestação de Broderick.
É ele através das suas constantes e alucinadas conversas com Deus em sentido figurado que faz com que a história tenha a carga dramática que consegue ter ao mesmo tempo que nos dá dos os momentos de humor inteligente mais divertidos do filme que aparecem nas alturas mais inesperadas e fazem avançar a história sem nunca nos darmos conta disso.
Reduzir a prestação de Broderick apelidando-a apenas de comic-relief é não perceber a alma de [“LADYHAWKE”] de todo !!!
E este filme está mesmo muito bem escrito também. Foi como se os actores tivessem logo à partida metade do trabalho feito.

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Todo este elenco é absolutamente perfeito. Até um jovem Alfredo Molina entra nisto como o vilão caçador de lobos; John Wood como Bispo é ao mesmo tempo ameaçador e humano pois essencialmente move-se por amor, de forma distorcida mas tudo o que faz é por ciúme. O resto do cast está excelente e o filme dá espaço para todos os personagens terem o seu momento. O capitão da guarda é um adversário perfeito para Navarre e todas as cenas de acção que envolvem cenas de luta à espada são do melhor. E tudo encenado através da montagem em vez de depender de efeitos ou stunts elaborados que não tem.

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[“LADYHAWKE”] costuma ser apontado de forma positiva pela forma como encenou a luta à espada final entre Navarre e Marquett. Neste filme ninguém luta com espadas de plástico, aqui os personagens carregam espadas medievais que parecem realmente pesadas como o raio e todos os combates têm por base esse conceito.
Em [“LADYHAWKE”] não vão encontrar tipos a saltar de coluna e coluna ou pendurados em cordas saltitando pelo cenário enquanto lutam. Aqui os personagens arrastam-se com o peso das armas, o que ainda cria mais a ilusão de que estamos a ver um filme um filme histórico e não apenas a típica aventura de Fantasia escapista.
Esse detalhe, faz com que o duelo final pela forma como está filmado, por mais que vejamos este filme vezes sem conta, consiga no entanto manter sempre um suspense quase ilógico que faz essa parte funcionar sempre. Isto é mestria na arte de fazer cinema.

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[“LADYHAWKE”] consegue manter suspense em tudo, mesmo que o já tenhamos visto vezes sem fim como é o meu caso.
Muito graças a um argumento que parece simples mas que está realmente bem escrito e que teve a sorte de encontrar os actores perfeitos na altura certa combinados com o realizador certo.
As cenas de acção são simples mas cheias de dinâmica, o sentido de aventura está sempre presente e o estilo conto de fadas nem se nota, pois o espectador entra imediatamente por aquele mundo adentro sem o questionar. É como se estivessemos a ver um momento histórico que ficou perdido no tempo captado numa época onde a magia era real.
[“LADYHAWKE”] também por isso mesmo, ficou conhecido por ter sido um dos primeiros filmes que embora apresente uma Idade Media fictícia de Fantasia, foi dos primeiros a mostrar que se calhar a verdadeira Idade Media é capaz de ter sido uma altura bem desconfortável, fria, húmida, repugnante e perigosa onde a vida não seria particularmente o conto de fadas com que o cinema até então costumava representar a época nos filmes de aventura mais ligeiros. Especialmente para o povo.

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[“LADYHAWKE”] é ainda –o tal– filme de Fantasia dos anos 80, que tem uma banda-sonora esquisita que muita gente acha que não liga bem. Anda algures entre o pop-electrónico sem chama e o tom orquestral, coisa que nem sempre resulta, mas sinceramente para mim esta banda sonora é um clássico ( e é impossível de se arranjar ).
[“LADYHAWKE”] com outra música não seria [“LADYHAWKE”] .
Funciona fantásticamente bem nas cenas de acção e os acordes suaves das cenas românticas são absolutamente poéticos.

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Se este filme funciona como talvez sendo uma das mais bonitas histórias de amor em cinema filmadas até hoje, muito se deve à forma como a música enquadra os melhores momentos; ( a cena em que os protagonistas se transformam ao nascer do sol e por segundos conseguem reconhecer a forma um do outro não seria a mesma sem a banda sonora que tantos consideram… estranha).
Eu gosto.
Embora… por acaso já que falamos no assunto…

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Comprei recentemente o BLURAY de [“LADYHAWKE”] e a banda sonora está (micro) ligeiramente diferente do que costumava ser aos meus ouvidos… fui confirmar com a minha velha e gasta cópia de VHS e até com uma das primeiras edições dvd lançadas há anos e a música na edição moderna do Bluray está realmente um bocadinho mais rápida e menos … perceptível … em algumas cenas…
Portanto se o Bluray representa a montagem original com que o filme terá passado nos Estados Unidos, eu até percebo que a música ainda pareça mais estranha do que eu me lembrava.
Apenas notei, porque a música romântica de viola sempre foi uma das minhas favoritas em VHS e eu sei de cor o seu -tempo-, parecendo no entanto agora no bluray novo ligeiramente mais rápida. E está ! O que me desagradou bastante pois a versão que está no Vhs por ser micro-ligeirametne mais lenta para mim será sempre mais poética.
Quase não se nota, mas a banda sonora que está na cópia do bluray novo é realmente diferente daquela que eu conhecia de cor da minha cópia de VHS. Por outro lado… para quem não sabe disto, não irão notar diferença. Esqueçam o que eu disse.

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E por falar em Bluray…
Meus amigos…zzz
Ver [“LADYHAWKE”] em Bluray é como ver um filme completamente novo pela primeira vez !!!
Tal como acontece na cópia Bluray de Blade Runner por exemplo, encontramos coisas neste filme que nunca tínhamos notado que lá estavam sequer !!
Não só a imagem está absolutamente integral em termos de écran como tudo o que é cenário natural ganha uma vida e um brilho absolutamente incríveis.
Apenas algumas partes encontram-se ainda com algum grão perceptível e ligeiramente desfocadas de lado por vezes, mas isto são nerdices.
O facto é que [“LADYHAWKE”] a partir de agora é mesmo só para ser visto em Bluray legítimo, pois duvido até que um rip mesmo que seja em 1080p consiga manter a frescura e o detalhe incrível que está nesta cópia.

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Os cenários naturais agora que finalmente os podemos apreciar com os enquadramentos originais estão absolutamente estonteantes e alguns momentos com os personagens são de tirar o fôlego, especialmente no que toca a contrastes entre o tom de pele e o olhar; o que no caso de Michelle Pfeiffer neste filme, nem vale a pena garantir que nunca viram a Mulher Falcão como a poderão voltar a rever neste formato.
Vão por mim.
Ok, eu garanto. Nunca viram a Michelle Pfeiffer fotografada como está nesta cópia do filme editada em Bluray.

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Já estava na altura de aparecer uma cópia que fizesse juz ao excelente trabalho de fotografia de Vitorio Storatto para [“LADYHAWKE”] . Até os momentos mais visualmente estranhos com uma escolha de filtros algo… duvidosa ou intrusiva resultam aqui muito bem e contribuem para criar um clima ainda mais irreal e mágico em todas as paisagens naturais, demonstrando claramente que se calhar não é preciso gastarem-se milhões a construir cenário megalómanos e a produzir efeitos digitais milionários para se produzir um grande filme de Fantasia.
Ouviram, pseudo-intelectuais debilóides da produção “cinematográfica” tuga ? Não precisamos continuar a fazer “instalações “artísticas”” para festivais-para-amigos, quando temos tudo para produzir filmes como  [“LADYHAWKE”] também por cá.

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Ah, e já agora, a cópia BLURAY inglesa tem LEGENDAS EM PORTUGUÊS; tanto para Portugal como também uma versão para o pessoal do Brasil. Já o dvd inglês as tinha.
Não tem é extras nenhuns e o design do menu é incrivelmente mau. Mas tirando isso se gostam do filme ou querem revê-lo após vários anos, o bluray é a versão que têm que ver.
Ao menos a capa nova do Bluray é melhor que a capa péssima da edição Dvd.
Este filme está também editado em Portugal numa edição dvd mas duvido que o encontrem ainda. A edição PT-Dvd disto é exactamente o mesmo disco que está no Dvd , editado em inglaterra.

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CLASSIFICAÇÃO

[“LADYHAWKE”] é um daqueles filmes que não envelheceu. Permanece tão actual como quando foi feito, poderia ter sido filmado hoje e é ao mesmo tempo um grande filme de aventuras, uma lenda de moira encantada tradicional e uma história de amor com muita poesia e uma grande alma , com sentido de humor e personagens inesquecíveis que se revê muito bem vezes e vezes sem conta. Especialmente em Bluray.

Como é para mim um dos melhores filmes de todos os tempos…
Cinco Planetas Saturno e um Gold Award claro está !

     

A favor: história, personagens, diálogos, ambiente, cenários naturais, narrativa, fotografia, romantismo, boas lutas á espada, cenas de acção dinâmicas, muito humor, muita magia sem precisar de efeitos especiais típicos, um elenco fabuloso para um filme muito bem realizado por Richard Donner com uma montagem mais precisa que um relógio suíço entusiasmante e extremamente poético.

Contra: muita gente acha a música desadequada. Eu não acho, [“LADYHAWKE”] não seria o mesmo filme sem esta banda sonora.

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NOTAS ADICIONAIS

TRAILER

COMPRAR DVD – REGIÃO 2 – EUROPA, EDIÇÃO UK ( legendas em PT de Portugal )
dvd

https://www.amazon.co.uk/gp/product/B00005UWMX/ref=as_li_tl?ie=UTF8&camp=1634&creative=6738&creativeASIN=B00005UWMX&linkCode=as2&tag=cinaosolnas-21

COMPRAR BLURAY – REGIÃO B (2) – EUROPA, EDIÇÃO UK (legendas em PT de Portugal e em PT/BR para o Brasil também)
bluray
https://www.amazon.co.uk/gp/product/B00FYPI05I/ref=as_li_tl?ie=UTF8&camp=1634&creative=6738&creativeASIN=B00FYPI05I&linkCode=as2&tag=cinaosolnas-21

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt0089457

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