“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER” (“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER” ) Neil Johnson (2017) AUSTRALIA / EUA

Se [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] tivesse sido filmado lá pelo final dos 70s, inícios de 80s teria sido certamente uma sequela para o genial “STARCRASH” ou uma segunda aventura para “SPACEHUNTER”; quem sabe um híbrido dos dois com uma nova heroína no lugar de Stella Star em modo Barbarella moderna.
Mas sem a banda sonora intensamente romântica de “STARCRASH” ou a energia Spielbergiana da música de “ “SPACEHUNTER”.

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A.I.

[“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] é uma space-opera tipicamente série-B à moda antiga que apenas trocou o romantismo clássico pela frieza das questões modernas à volta da inteligência artificial o que o torna num produto totalmente contemporâneo mas também numa constatação de que se calhar o mundo se tornou mais triste e deprimente pelo menos a julgar pelas temáticas que hoje vemos reflectidas em tom sério neste género de cinema quando há trinta anos atrás, uma space-opera seria apenas uma space-opera sem qualquer contexto de mensagem social por detrás.

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Hoje parece andar tudo preocupado em passar mensagens ou fazer comentários sociais por todo o lado e [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] não é excepção, visto que estamos novamente em território “Blade Runner” ou “Blade Runner 2049” no que toca à temática sobre os direitos “humanos” que eventuais inteligências artificiais precisarão devir a ter no futuro. 
Surpreendentemente quando todos os ângulos sobre este mesmo tema já pareciam ter sido abordados eis que [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] aparece com uma ideia particularmente interessante, moralmente ambígua ou talvez não e que se pensarmos um pouco nela quando o filme acabar até dará mote para uma discussão ou duas.

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Mais uma vez tudo gira à volta da própria identidade da protagonista da história e como já tinha acontecido no fabuloso “HUMANITY´S END” do mesmo realizador/argumentista/produtor/artista de efeitos especiais e concept Artist ; Neil Johnson, também aqui a presença feminina é o coração da história pois no fundo no fundo é o que faz agora também [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] resultar tão bem dentro do habitual contexto – série B de ultra baixo orçamento, claro está.
Estamos a falar de um filme que usa e abusa da reutilização de adereços de filmes anteriores e por isso se reconhecerem muita coisa por aqui, isso não é Dejá-vu.
Não queiram ser como aqueles imbecis que no IMDb insistem em comparar o cinema independente sem guito com produções de Hollywood de centenas de milhões de dólares e depois dão 3 e 4 pontos a cinema deste porque : – “está mal feito”

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SPACE OPERA NO BUDGET

[“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] e todo o cinema de Neil Johnson está para a ficção científica como a saga “MYTHICA” está para os épicos de Fantasia estilo D&D.
De todas as aventuras espaciais de Johnson aquela que para mim continua a ser imprescindível é mesmo “HUMANITY´S END” que se tornou numa das minhas space-operas contemporâneas favoritas por muitos e variados motivos que poderão ler na minha review sobre o mesmo.
Neil Johnson é um criativo muito curioso e sua persistência é admirável. Por causa disso é definitivamente um dos meus realizadores independentes favoritos pois há que respeitar tanta dedicação ao cinema até mesmo quando os filmes não resultam tão bem.

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Se procurarem no  IMDb hão de constatar que muitas das suas produções costumam ser grandes sacos de pancada de um certo tipo de público que parece ainda não ter percebido o espírito e as dificuldades por detrás do cinema B.
Por outro lado é facil perceber porque por entre as inúmeras reviews que trucidam muitas das suas produções também há por lá quem lhe atribua notas de 8,9 e 10; notas altas que também não deixam de ser justificadas.
Há qualquer coisa de muito especial no cinema no-budget de Neil Johnson até mesmo quando este fica bastante aquém do que poderia ter sido como aconteceu com “STARSHIP RISING” 1 e 2 por exemplo, quando esta saga tentou condensar em dois filmes de 80 minutos material imaginativo que daria para pelo menos mais três outras aventuras.

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SPACE OPERA-DE-AUTOR

O estilo de Neil Johnson é tão pessoal, tão único, tão reconhecível e quase que se pode dizer – tão arrojado – que o seu nível de Cinema-B não pode ser comparado justamente com outras coisas que inundam o mercado; muitas dessas verdadeiramente abjectas e totalmente ineptas que costumamos encontrar por todo o lado.
O cinema de Johnson por vezes não resulta como poderia ter resultado porque o realizador tem tanto para dizer e tanto para mostrar do que se passa na sua imaginação, que por vezes se torna quase impossível gerir algum aglomerado narrativo que às vezes se instala; sendo talvez isto também um reflexo de se fazer cinema numa escala épica sem um grande orçamento .
No entanto é por causa disso que já se tornou num estilo reconhecível.
Quase que se pode classificar o cinema de Neil Johnson como – Cinema de Autor – até porque no fundo é isso que ele é na sua essência com todo o mérito no melhor dos sentidos.

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O que se pode dizer de um tipo que arriscou tudo só para conseguir realizar um filme porque ninguém o financiava ? Neil Johnson fê-lo anos atrás no fascinante e ainda mais primitivo “BATTLESPACE” e isso é dedicação à Arte !
Falarei em breve também de -Battlespace- por aqui mas entretanto, recomendo vivamente que não percam o fabuloso documentário sobre o making of que ainda está pelo Youtube nas suas partes ; um ; dois e três pois é um dos melhores documentários de todos os tempos sobre o que é fazer-se cinema espectáculo longe de Hollywood sem qualquer verba para tal e sobre o quanto se pode persistir num projecto sem nunca desistir contra tudo e contra todos.

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Neil Johnson tem para mim ainda a grande mais valia de actualmente ser dos poucos que cria histórias espaciais de space-opera em que a imaginação só está limitada pelo dinheiro que dispõe para realizar os filmes. Ao contrário do que é costume no série-B, as histórias espaciais de Johnson vão beber a mitologias antigas, antigos astronautas, aos serials antigos de space opera e não se limitam a ser apenas mais outra história sobre coorporações ou agentes secretos ou militares passadas no espaço. Há por aqui um óptimo sabor a Flash Gordon também e neste caso com uma ponta de Barbarella que só lhe fica bem e dá bastante carisma à personagem Sienna.

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WARP SPEED !

Mas por falar em – aglomerados narrativos …
Se alguma vez imaginaram como seria Star Wars se todo o salvamento da Princesa Leia desde que o Millenium Falcon é capturado pela Estrela da Morte até ao momento em que os heróis escapam tivesse tido uma duração inferior a cinco minutos, a resposta está em [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”].
Nunca numa space opera tinha visto uma sequência em que: os heróis aterram numa prisão espacial,  introduzem um personagem novo, libertam o prisioneiro de uma cela (com tempo para o típico tiroteio com pistolas laser nos corredores da estação) e escapam em seguida com grande impacto épico num curto espaço de tempo assim ! Tudo isto ocorre em menos de 5 minutos de tempo de écran !!!
Quem aguenta aguenta, quem não aguenta é melhor ir ver os Transformers que é mais lento e Neil Johnson não sabe fazer space-operas paradas. 🙂

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CHUNGARIAS VHS

Por outro lado são precisamente detalhes assim que continuam a tornar o cinema Low budget de Johnson tão cativante pôs é na verdade já um verdadeiro estilo à parte.
E quando resulta, resulta muito bem como o excelente “HUMANITY´S END” é prova disso.
[“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] como também já é habitual, é mais uma space opera do autor com um título que sinceramente não entendo.
Este realizador parece ser especialista em se certificar que os seus filmes têm os títulos mais exploitation possível e ainda não percebi bem porquê.
Ter chamado “HUMANITY´S END” a uma space opera que pedia um título mais apelativo em termos comerciais já foi um bocado estranho mas agora [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] apesar de não estar deslocado do tema, no fundo dá uma conotação imediatamente B a esta nova aventura.
Um título assim atira-a logo para um certo nicho de mercado comparável ao pior dos Ninjas da altura dos VHS quando esta aventura merecia ter um título mais a condizer com o que também tem de bom para lá do ambiente chungaria dos 80s.

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[“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] tem pelo meio do caos, muita coisa boa e é definitivamente o melhor filme de Johnson desde “HUMANITY´S END”. Só lhe falta uma banda sonora a condizer pois apesar de adequada a música nesta aventura apesar de muito boa e perfeitamente adequada não se compara com a banda sonora de “HUMANITY´S END” que para mim continua a ser simplesmente uma das melhores e mais bonitas OSTs de sempre para um filme de aventuras espacial.
A música de [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] adequa-se mas esta space opera precisava de algo mais épico e orquestral para funcionar em pleno. Embora a referência às cinco notas de Close Encounters of the Third Kind seja um verdadeiro achado e uma excelente ideia para este filme.

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HEAVY METAL BOOTLEG

De resto [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] é mesmo muito divertido e quem gosta de cinema de baixo orçamento não perde nada em espreitar isto.
E se alguma vez imaginaram como seria um verdadeiro filme live-action da clássica revista “HEAVY-METAL MAGAZINE” / (“METAL HURLANT” em França) não procurem mais, [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] é esse filme.

Heavy Metal Mag2 Heavy Metal Mag

Aliás [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] é tão “HEAVY-METAL” que poderia ser na boa uma adaptação de qualquer uma das suas típicas histórias lá pelo meio dos anos 80.
Robots, naves espaciais, miúdas boas e tiros; o que mais se pode pedir ?…
Até a protagonista parece decalcada de uma ilustração típica da capa da revista e portanto quem se perguntou um dia como teria sido uma versão live-action verdadeiramente genuína para a revista “HEAVY METAL” tem em [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] a resposta.

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HOAGLAND & SIENNA

O melhor personagem curiosamente é bem capaz de ser a bola-robot flutuante “Hoagland” que a partir do meio do filme tem uma óptima química com a protagonista. [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] contém por falar nisso, também alguns diálogos muito divertidos e bons momentos de humor negro a equilibrar tudo o resto e é nesse momento que o filme ganha imensa vida.
Por exemplo a A.I. do jipe que a protagonista guia durante uns minutos no inicio da história tinha tudo para vir a ser hilariante mas logo fica para trás o que é mesmo pena pois a química entre aqueles dois personagens é hilariante e eu pensei que a aventura iria seguir por ali quando tal não acontece logo passados poucos minutos.

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O resto dos personagens acabam um pouco perdidos precisamente no meio de toda a complexa estrutura imaginativa que costuma ser marca do realizador argumentista.
Neste caso estão lá essencialmente para justificar tudo o que se passa à volta da protagonista e pouco mais, nunca tendo uma existência particularmente interessante ao contrário do que aconteceu com “HUMANITY´S END” que conta com bastantes personalidades memoráveis que ficam connosco depois da história acabar.
Aqui em [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] isso não acontece e tirando “Sienna” e “Hoagland” os restantes são bastante irrelevantes o que retira logo alguns pontos a este filme. Embora apesar de tudo a história conte com um par de diálogos clássicos. A piada sobre a A.I. para sexo que aparece no fim do trailer, é simples mas está o máximo dentro do contexto daquele universo.

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A propósito de personagens e actores, se reconhecerem por ali uma cara conhecida, é William Kircher que protagonizou um dos anões nos recentes filmes “THE HOBBIT” de Peter Jackson e aqui embora o seu personagem seja relevante para a história na verdade não tem o tempo de ecrã que merecia para ter tido para cumprir todo o potencial.

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Talvez o único personagem que acaba por estar um bocado a mais, é o personagem “do namorado” de Sienna que os herois vão buscar à prisão, pois este não tem grande utilidade para lá de ocupar tempo de écran e ser parecido com “Riddick” o que é um bocado desnecessário e distrai-nos um pouco do universo do filme.

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CINEMA DRONE

Visualmente [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] tem os seus momentos.
Johnson para lá de produzir, escrever e realizar o filme ainda continua a criar os efeitos especiais como habitualmente e o seu estilo está por todo o lado. O que nem é mau, pois para lá de algumas limitações em termos de CGI óbvio a verdade é que o estilo gráfico do realizador é sempre excelente e este filme não acaba sem nos dar imensas imagens com pinta em termos de ambientes espaciais ou até cenários planetários.

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[“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] é também um bom exemplo do que as novas tecnologias podem fazer pelo cinema de baixo orçamento. O filme usa e abusa dos planos aereos. Planos que custariam uma fortuna se filmados de helicóptero à moda antiga mas que agora podem ser captados com um bom drone e uma boa câmera conectada.
Por isso mesmo não há dúvida que o cinema de Neil Johnson nunca teve um aproveitamento tão bom dos cenários naturais ( da Australia em particular ) e um sentido tão épico quanto o que foi possível mostrar nesta nova aventura; que se recomenda vivamente a toda a gente que curtir uma boa space opera clássica modernizada em estilo série-B.

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CLASSIFICAÇÃO

Resumindo, [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] é uma divertida space-opera que supera as suas limitações com todo o mérito.
Quem não suporta o estilo visual de Neil Johnson ou não compreende mesmo o espírito por detrás do cinema de baixo orçamento pode passar à frente; mas quem curtir filmes assim tem aqui um dos melhores dos últimos tempos mesmo com algumas fragilidades evidentes. A coisa resulta.
A protagonista é o máximo e só o facto de [“ROGUE WARRIOR : ROBOT FIGHTER”] parecer-se a todo o instante com uma adaptação “bootleg” da revista clássica “HEAVY-METAL MAGAZINE” dá-lhe logo outro sabor muito especial.
Sienna é uma personagem que esperemos um destes dias Neil Johnson ainda revisite pois há por aqui um óptimo sabor a Barbarella, Stella Star e Space Hunter que dá imensa vontade de continuar a acompanhar em mais aventuras com esta nova heroína espacial.

Cinco Planetas Saturno

    

Tudo aquilo que resulta resulta mesmo muito, muito bem; o que supera um bocado os pontos negativos que o filme também tem, até mesmo devido às suas limitações de orçamento.
Essencialmente é mais outro título B que se recomenda vivamente.
Especialmente para quem cresceu com as space-operas de baixo orçamento dos anos 80, ao melhor estilo “STARCRASH”, “SPACEHUNTERS”, “GALAXINA” ou “THE HUMANOID” onde não falta uma grande pitada do melhor em “BARBARELLA” também como não podia deixar de ser.
Só lhe falta uma banda sonora tão bonita quanto a que “HUMANITY´S END” teve pois a música de um dos elementos dos “RHAPSODY OF FIRE” apesar de resultar não se compara ao que NEDDY JOHN CROSS produziu para o título anterior.
E já agora… se odeiam “Lens flares” ao estilo J.J.Abrahams então vão se preparando psicologicamente para este filme pois J.J.Abrahams é um amador ao pé disto.

A favor: a incrível variedade de situações apresentadas por vezes em menos de cinco minutos, alguma imaginação visual também particularmente muito variada, a personagem principal é o máximo em termos de estilo Barbarela/ Stella Star moderna, tem um sabor a cinema rasca dos anos 80 quando se faziam space-operas assim, parece uma versão live-action da(s) revista(s) de banda desenhada Francesa/Canadiana “Metal-Hurlant/Heavy-Metal” na perfeição, apesar do caos instalado na estrutura tem tempo para nos dar um par de bons personagens com destaque para o robot “Hoagland”, por detrás da confusão narrativa há por aqui um conceito muito bom em termos de A.I. que ninguém tinha colocado numa história do género ( falo da origem da personagem principal que é mesmo inesperada e bem pensada ), a banda sonora composta por um dos elementos do grupo de Metal , Raphosody of Fire tem um par de momentos muito atmosféricos ( a referência às cinco notas de Close Encounters está o máximo ), é outro cinema de muito baixo orçamento feito com imensa dedicação.

Contra: Mais uma vez Neil Johnson escreveu um épico com tanta exposição por segundo que precisaria de ser uma saga de cinco filmes só para reproduzir o que a história narra nos primeiros dez minutos, e por falar em cinco minutos o filme é tão rápido por vezes que até tem uma sequência de salvamento de um personagem ao estilo Star Wars ( salvamento de Leia na Death Star ) iniciada e completada em menos de cinco minutos !!! Alguns personagens não têm tempo de ecrã nenhum e parece que às vezes estão neste filme apenas para efeitos de exposição do que se passa ao redor da protagonista e pouco mais, a banda sonora por muito adequada que seja infelizmente não é a de “Humanity´s End” com muita pena minha.

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NOTAS ADICIONAIS

TRAILERs


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COMPRAR
Para já só em DVD.

ROGUE_WARRIOR_01B

https://www.amazon.com/Rogue-Warrior-Fighter-Tracey-Birdsall/dp/B01NCWNGWK
Espero pelo Bluray myself…

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Excelente REVIEW alternativa no Youtube

 

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ENTREVISTAS

 


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FACEBOOK NEIL JOHNSON
https://www.facebook.com/DirectorNeilJohnson/

SITE DA EM-PIRE PRODUTORA DE NEIL JOHNSON
http://www.em-pire.com/home.html

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IMDb

intro

http://www.imdb.com/title/tt4937114

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Filmes semelhantes de que poderá gostar:

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