“THE WAR OF THE WORLDS – BBC MINI-SERIES” (“THE WAR OF THE WORLDS”) Craig Viveiros (2019) INGLATERRA

Quando eu descobri que a BBC ia adaptar – A Guerra dos Mundos – num ambiente totalmente fiel ao do romance e situado precisamente na época em que a história original decorre, eu achei que [“THE WAR OF THE WORLDS“] não podia falhar. Finalmente uma versão fiel à Guerra dos Mundos de H.G.Wells !
Nope !…

THE WAR OF THE WORLDS_01

[“THE WAR OF THE WORLDS“] não é tão mau como muita gente acusa esta mini-série de o ser no IMDb, mas eu desta vez percebo a frustração das pessoas.
Toda a gente queria mesmo que isto tivesse sido fabuloso e fabulosamente fiel ao livro original, depois de tantas versões -modernizadas- desde a clássica versão 50s scifi norte americana até ao moderno War of the Worlds com Tom Cruise.
Bem, nem foi uma coisa nem outra.

THE WAR OF THE WORLDS_30 THE WAR OF THE WORLDS_04

Em vez de aproveitarem os fabulosos valores de produção com que a série pode contar tudo em [“THE WAR OF THE WORLDS“] nesta versão BBC 2019 parece estar continuadamente a acertar ao lado do que deveria ter sido. O pior disto tudo é sentirmos constantemente que o potencial desta adaptação foi completamente desperdiçado por culpa de um script que à força de tentar criar realmente uma abordagem original acabou por dar um verdadeiro tiro no pé.

THE WAR OF THE WORLDS_13 THE WAR OF THE WORLDS_20

O conceito não é mau. Parte de todas as ideias presentes no romance de Wells e tenta ir mais além. A ideia de mostrar o que aconteceu ao planeta Terra depois da guerra ter terminado é mesmo muito boa e até está bem executada visualmente e em termos de ambiente apocaliptico mas… como raio é que depois tudo falha ao redor ?…
O problema de [“THE WAR OF THE WORLDS“] …são vários.
Primeiro dispersa-se por demasiados mini-conceitos e sub-plots que não vão a lado nenhum. Tem personagens que lá estão apenas para servir quase de figurantes e para irem morrendo porque sim e todos os restantes parece que andam por esta história perdidos nas suas deambulações pessoais.

THE WAR OF THE WORLDS_18 THE WAR OF THE WORLDS_10

Salvo raras excepções nunca sentimos grande empatia entre os protagonistas. E para um argumento que gira também à volta da relação do casal central, como raio é que é possível que este par não tenha a mínima química romântica no ecran ?! Quem é que fez este casting ?!
É que ter alguém como Eleanor Tomlinson no ecran e depois não conseguir tirar qualquer química romântica dela em relação ao seu par numa história é obra ! Algo que eu nunca pensei ser possível; especialmente depois de a ter visto na extraordinária série de época, POLDARK onde está fabulosa com Aidan Quinn; também precisamente porque todo o elenco funciona com a precisão de um relógio Suíço.

THE WAR OF THE WORLDS_16 THE WAR OF THE WORLDS_29

No mínimo era o que se esperava também em  [“THE WAR OF THE WORLDS“] mas tal nunca acontece, mesmo quando o elenco conta com actores como Robert Carlyle  que desaparece também a meio da história para justificar um twist para lá de óbvio mais tarde também mas que depois não leva a lado nenhum pois o seu personagem não serve para muito.
É dificil descrever isto , porque [“THE WAR OF THE WORLDS“] é uma daquelas produções de que apetece gostar mesmo muito.

THE WAR OF THE WORLDS_15 THE WAR OF THE WORLDS_25

Estamos sempre a tentar procurar encontrar qualquer coisa boa e por vezes o que tem de muito bom até consegue enganar os nossos sentidos. Mas dura pouco. Mal a história insiste em tentar focar-se nos personagens e no seu percurso pessoal, toda a estrutura narrativa perde o fôlego e levamos com cenas absolutamente redundantes que só frustram o espectador. Por vezes só apetece gritar para que a série se deixe de cenas que não servem para nada e nos mostrem algo digno da própria herança de H.G.Wells.

THE WAR OF THE WORLDS_14 THE WAR OF THE WORLDS_08

Até o final, que dura longos minutos, sabe a pouco. Levamos com um monólogo que parece interminável mas que nunca se foca naquilo que nós enquanto espectadores queriamos mesmo saber sobre o destino do mundo em geral e dos personagens em particular.
O problema de [“THE WAR OF THE WORLDS“] é que nunca sabe se quer ser uma adaptação do romance original, uma série scifi de aventuras ou terror, um panfleto político e de crítica social ou um estudo pseudo intimista sobre relações humanas protagonizado por personagens que na verdade depois não têm grande coisa para fazer ou sequer grande empatia entre eles.
A mini-série tenta ser tudo ao mesmo tempo ou alternadamente e acaba por não conseguir ser nada pois não há um fio narrativo condutor coerente.

THE WAR OF THE WORLDS_05 THE WAR OF THE WORLDS_02

Apesar dos bons efeitos especiais e do design de produção que por vezes tornam [“THE WAR OF THE WORLDS“] tão espectacular e interessante por segundos, a verdade é que quem partir para isto à espera de algo em concreto vai ficar tão desapontado como toda a gente frustrada que anda pelo IMDb a publicar comentários tão desorientados sobre o o que viu.
Isto é um scifi televisivo muito estranho.

THE WAR OF THE WORLDS_17 THE WAR OF THE WORLDS_25

Na verdade não se pode dizer que seja mau, mas o problema é que não se percebe bem o que poderá ser.
O design dos Tripods está fantástico , as cenas de pânico na praia estão do melhor, o ambiente de suspanse e terror por vezes está mesmo bem conseguido, mas depois tudo o que tenta adicionar de novidade como por exemplo as cenas passadas depois da guerra, acaba por ser um enorme desperdício, até porque essa parte da aventura não vai a lado nenhum e torna-se ainda mais frustrante quando a série termina e ficamos com a sensação de que vimos uma espécie de episódio-piloto incompleto para qualquer coisa que nem sequer começou.

——————————————————————————————————

CLASSIFICAÇÃO

Tinha tudo para ser uma das melhores versões do romance de H.G.WELLS.
Um design fantástico, uma protagonista carismática e com uma grande presença de ecran e um par de ideias originais muito boas à partida.
Infelizmente fica tudo pelo caminho por culpa de um argumento que pretende ser mais inteligente e interventivo politica e socialmente do que [“THE WAR OF THE WORLDS“] precisava de o ser.

Três Planetas Saturno

  

A favor: o ambiente steampunk e design de produção em geral, Eleanor Tomlinson e Robert Carlyle iluminam o ecran quando estão em cena, algumas ideias novas são boas, o design dos marcianos, o ambiente de terror e suspanse.

Contra: os personagens não têm química nenhuma, o par romântico não funciona de todo , o argumento pretende ser demasiado inteligente e não era necessário, a mini-serie parece um episódio piloto incompleto para qualquer coisa que não foi para a frente, o monólogo final parece ser interminável e nunca mencionar ou concluir nada sobre aquilo que queremos mesmo realmente ver, perde tempo com históricas e caracterizações que não levam a nada.

—————————————————————————————————

NOTAS ADICIONAIS

TRAILER

 

—————————————————————————————————

IMDb
https://www.imdb.com/title/tt8001226/

——————————————————————————————————

Se gostou deste, vai gostar de:

capinha_extraterrestrial capinha_4th-kind capinha_LIFEFORCE capinha_Day-of-the-TriffidsBBC

—————————————————————————————————

 

“PROSPECT” (“PROSPECT”) Christopher Caldwell, Zeek Earl (2018) EUA

O ano de 2019 está a começar bem para mim no que toca a descobrir novas produções independentes de ficção-científica.
[“PROSPECT“] é mais outro título a não perderem se para vocês a ficção-científica for mais do que espadas de luz ou sequências de acção com efeitos especiais. Então se forem fãs daquele estilo clássico dos anos 80 com um visual retro semi-analógico que recentemente “MOON” de Duncan Jones também recriou muito bem, [“PROSPECT“] torna-se automaticamente num filme obrigatório que devem procurar mal acabem de espreitar esta minha recomendação escrita por aqui.

Prospect-01

[“PROSPECT“] como muita gente tem apontado, tem um sabor retro tão genuíno que poderia ter sido filmado nos anos 80 e ter quem sabe estreado pela altura de “OUTLAND” por exemplo que não se notaria diferença.
Em termos de design [“PROSPECT“] é de uma aparente simplicidade fabulosa. Tanto a nível de detalhes como de texturas. Os sets do interior das naves parecem locais reais onde as pessoas têm que viver por longos periodos de tempo e como tal nada aqui se parece com aqueles ambientes limpinhos que vemos habitualmente nos grandes blockbusters.

Prospect-11 Prospect-13

O filme tem um estilo retro tão genuíno que nem notamos o CGI à mistura logo pelo início.  Todas as muito breves mas extraordinariamente atmosféricas cenas no espaço parecem tão naturais e tão bem enquadradas na estética do filme que somos imediatamente transportados para o interior daquele universo em tons de ferrugem e ocre a fazer lembrar também muita daquela estética do cinema Russo clássico de ficção científica de títulos como “PLANETA BUR” ou “A DREAM COME TRUE“.

Prospect-07 Prospect-10

E por falar em cinema Russo clássico dentro da scifi, tmabém há em [“PROSPECT“] uma pitada de “SOLARIS” e “STALKER” de Tarkovsky. Em particular nas cenas que decorrem na exploração sem rumo quando os herois se perdem na floresta da lua onde ficam encalhados. O que quer dizer que mais uma vez fica aqui o aviso… se é cinema de acção que procuram isto não é o Star Wars.
[“PROSPECT“] é como uma pequena história saída de uma qualquer colectânea de contos publicada pelo meio dos 70s. Sente-se que esta simples aventura faz parte de um universo muito maior mas que não chegamos a conhecer para lá do que imaginamos que pode ser.

Prospect-24 Prospect-26jpg

O filme joga bastante com a imaginação do espectador. Apesar da história ser do mais simples e básico que existe, toda a atmosfera de [“PROSPECT“] faz-nos estar permanentemente a imaginar o que poderá estar a seguir daquela outra colina o que é o melhor que um título de ficção científica podia conseguir fazer pois ao longo de 90 minutos estamos verdadeiramente a explorar aquela grande floresta misteriosa.

Prospect-29 Prospect-05

Nota alta para os cenários naturais deste filme também. Aqui de demonstra que não são precisos milhões para se recriar um ambiente alienígena. [“PROSPECT“] salvo um bonito matte-paiting que nunca nos deixa esquecer que isto se passa bem longe da Terra não tem particulares elementos extravagantes de design alienígena mas mesmo assim graças a uma fotografia excelente e a um ou dois toques cenográficos consegue mesmo colocar o espectador num mundo de ficção-científica particularmente sólido e interessante.

Prospect-17 Prospect-12

Nota alta para a banda sonora e sound-design que são parte da razão porque [“PROSPECT“] funciona tão bem enquanto pequena aventura passada num planeta distante. Tudo isso combinado com um excelente design de guarda-roupa onde alguém parece ter aproveitado tudo o que encontrou para criar os fatos espaciais diversificados, faz ainda com que o filme se possa encaixar quase num estilo steampunk.
Não apenas toda a sua tecnologia é fascinantemente analógica ; a fazer lembrar a nave de “THE WHISPERING STAR” ou o ambiente de “THE ADVENTURES OF PILOTE PIRX” em muitos momentos, como todo o concept design e até o próprio design gráfico do filme são absolutamente determinantes para que esta aventura resulte tão bem enquanto proposta sólida de scifi para quem não procurar descobrir cinema de acção em modes de blockbuster claro está.

Prospect-18 Prospect-09

[“PROSPECT“] conta a história de uma miuda que ao naufragar numa lua distante com o seu pai, tem que lutar para conseguir sobreviver no meio de mercenários e prospectores, não de ouro mas de uma espécie de pedras preciosas alienígenas. Ao tentar voltar para casa vê-se obrigada a aliar-se com um prospector à partida nada confiável mas que poderá ser a sua única saída daquele mundo florestal onde apesar de tudo os humanos não podem respirar pois o ar encontra-se infestado de esporos perigosos.

Prospect-06 Prospect-03

Como seria inevitável, lá pelo IMDb poderão encontrar os habituais “especialistas científicos” que desancam o filme não por ser mau cinema mas porque segundo eles é simplesmente estúpido. E estúpido porquê ? Ora porque segundo eles se [“PROSPECT“] se passa no futuro porque raio é que os computadores deles não têm um design todo avançado e ainda têm botões e parafusos e tudo. O que é que se pode dizer mais…

——————————————————————————————————

CLASSIFICAÇÃO

[“PROSPECT“] é uma aventura muito simples com dois protagonistas excelentes, Pedro Pascal e uma fantástica Sophie Tatcher que eu desconhecia por completo.

Prospect-02

Uma jornada de exploração há moda antiga, sem aliens que comem pessoas, sem sequências de acção a duzentos frames por segundo mas com montes de atmosfera clássica scifi que nos deixa com vontade de continuar a ver mais histórias neste universo tão cativante em tons de verde ocre e ferrugem.

Cinco Planetas Saturno

    

E não leva mais , apenas porque já vimos esta história mil vezes antes.

Ignorem as criticas más no IMDB ! Como habitualmente quem por lá dá uma classificação baixa a este tipo de filmes parece esperar que o cinema independente consiga competir com orçamentos de blockbusters ou então para eles a ficção cientifica será apenas sinónimo de blockbuster. Este filme merece todos os prémios que já ganhou em festivais de cinema fantástico sem qualquer problema.

prospect_poster_web

A favor:  Os actores, os dois protagonistas, o design dos sets, o estilo retro, o ambiente steampunk, a forma como utiliza os ambientes naturais, a sensação de mistério que consegue criar, a banda sonora, o sound design, o guarda roupa, os efeitos especiais, as cenas espaciais. Consegue criar um universo de ficção científica particularmente novo apesar de todas as referencias que vai buscar.

Contra: Não há grande novidade na história pois já vimos esta estrutura mil vezes.

—————————————————————————————————

NOTAS ADICIONAIS

TRAILER *SPOILERS*
Conta o filme todo de uma ponta a outra e não sobra nada !!! Nada !
Não vejam o trailer se ainda não conhecem o filme ou vejam só os primeiros segundos para perceberem o ambiente da coisa.

—————————————————————————————————

SITE OFICIAL:
https://www.prospectthefilm.com/

Entrevistas:

https://www.imdb.com/list/ls025849840/videoplayer/vi1710275097?ref_=tt_emy_wiw_3pk_i_1

http://www.mercwithamovieblog.com/2018/10/exclusive-interview-sophie-thatcher.html

—————————————————————————————————

IMDb
https://www.imdb.com/title/tt7946422/

——————————————————————————————————

Filmes semelhantes de que poderá gostar:

capinha_DARK SPACE capinha_EXPLORER capinha_garm-wars capinha_mechte-navstrechu capinha_SOLARIS-1972.jpg 

—————————————————————————————————

 

NO MAN´S SKY – GALACTIC GEOGRAPHIC – As viagens de ALCAMINHANTUS pelo universo virtual de NMS : Um arquivo “Fotográfico” para uma inesperada ferramenta criativa.

Ando a jogar à séculos a um autêntico simulador de caminhadas virtuais chamado NO MAN´S SKY e este post serve agora para divulgar o meu novo site/arquivo que é essencialmente o repositório de todas as imagens que tenho captado nas “minhas viagens” pela galáxia.

UM UNIVERSO INTEIRO

Para quem não conhece trata-se de um jogo que simula um universo virtual na sua plenitude ( inspirado no estilo de ilustração clássico sci-fi dos anos 70 ), gerando planetas inteiros por onde podemos caminhar apenas sem fazer absolutamente mais nada. Para toda a gente que se queixa da violência nos videogames NMS é o antídoto perfeito pois é um titulo muito particular pelo facto de que nos permite fazer o que quisermos dentro do seu universo sem limites onde nem os próprios criadores do jogo fazem ideia de que mundos o seu próprio algoritmo gera de cada vez que alguém joga.

site2

Se quiserem jogar de forma tradicional têm missões disponíveis, podem andar aos tiros no espaço até. Mas o jogo permite que o joguemos de formas diversas e totalmente pacíficas também. Podemos jogá-lo como se fossemos um cientista e percorrer o universo apenas a descobrir e catalogar especies alienigenas, podemos jogá-lo como comerciante ao minerar materias primas e vendendo-as nas varias estações espaciais ou planetárias que o encontramos, podemos até ser um pirata e nem aterrar em qualquer planeta continuando apenas no espaço a atacar naves cargueiras e roubando-lhes a carga.
Resumindo é impossível descrever No Man´s Sky num parágrafo.

no_mans_sky_sol33_1599

Desde que o jogo foi lançado no verão de 2016 que não paro de o jogar. Na verdade foi a única razão pela qual comprei uma PS4 e não me arrependo. No Man´s Sky é de longe o jogo que mais tempo me prendeu até hoje e olhem que já joguei a muito ao longo dos meus 48 anos de vida. Eu joguei ao PONG quando este era o único jogo que havia nos cafés a meio dos anos 1970s como refiro na minha extensa No Man´s Sky review que poderão encontrar aqui em PT e aqui in English. 😉
Mas “jogar” não é a expressão certa …

Na verdade não estou a jogar, pois não faço nada do suposto gameplay que deveria ser feito para “completar” o jogo. Estou apenas a caminhar virtualmente pelos mundos e a usar a igualmente virtual câmera fotográfica para “fotografar” as paisagens que encontro tal como faço normalmente numa das minhas caminhadas reais.

New-Mans-Sky-512x512-ID

Como tal neste momento já tenho mais de 8000 imagens dos vários mundos que explorei e sendo assim resolvi criar um site/arquivo para guardar as melhores e que volto a referir poderão encontrar no meu novo enderenço :

https://nmsgalacticgeographic.wordpress.com/

FERRAMENTA CRIATIVA

Agora para aqueles que pensam que isto é de doidos o que vocês não sabem é que o NMS para lá de um jogo é essencialmente uma excelente ferramenta criativa para se planear ilustrações de paisagens e composições visuais. Não que sirva para copiar as imagens mas o facto de nos dar uma camera virtual permite-nos simular enquadramentos, testar condições de luz “natural”, testar várias paletas de cor e mais um monte de coisas que depois poderão ser transpostas em técnica para quando eu crio as minhas próprias ilustrações.

no_mans_sky_sol23_1110

Por isso tal como Casabalanca é o filme perfeito para quem quiser perceber como se usa o preto e branco em ilustração, Musica no Coração o filme ideal para perceber como o uso da cor importa na definição do ambiente de uma imagem e A Conquista do Oeste para aprender como se enquadra uma paisagem épica, agora o jogo No Man´s Sky é a ferramenta virtual que une quase os três filmes em termos de transposição de técnica.

no_mans_sky_sol23_1119

no_mans_sky_sol28_1370

no_mans_sky_sol25_1197

O que torna o Jogo numa excelente ferramenta até para principiantes nem que seja pela forma como pode inspirar um artista e espevitar a imaginação.

AUTO PROMOÇÃO

Além disso, também criei o site como forma de publicidade para o meu próprio trabalho de ilustração.
Muita gente pergunta-me como podemos começar a encontrar clientes para ilustração online. Ora bem, não é apenas criando sites directos sobre o nosso trabalho mas também criando sites sobre coisas que nos interessem que possam atrair o mesmo tipo de publico/cliente que depois poderá estar interessado no nosso trabalho.

ICREATEWORLDS

Neste momento o meu melhor meio de promoção não é mostrar os meus desenhos mas sim este meu site de critica de cinema https://universosesquecidos.wordpress.com/ pois atrai publico que muitas vezes até esta ligado a projectos de desenho, editoras, etc. Curiosamente apesar de estar em Português a grande maioria dos leitores por aqui estão nos EUA vá-se lá saber porquê. Talvez porque o Google translator ajude.
Portanto sendo assim espero igualmente que o meu novo site sobre o No Man´s Sky atraia potenciais clientes que depois cliquem no meu portfolio de ilustração porque gostaram da forma como fotografo os mundos virtuais que exploro.

gifanim

 

COMPRAR NO MAN´S SKY

Podem comprar No Man´s Sky para PS4 (PLAYSTATION 4) AQUI ou para a XBOX AQUI.

No-Mans-Sky-PS4   xBOX-NO-MANS-SKY

 

gifanim